Abertura de capital: sim ou não?

A crise econômica afastou as companhias da bolsa de valores. Foram 16 meses sem um IPO até a empresa de medicina diagnóstica Alliar Médicos estrear no Novo Mercado da BM&FBovespa, captando R$ 766 milhões. O preço da ação ficou estabelecido em R$ 20, próximo ao piso da faixa indicativa de R$ 19 a R$ 25. A notícia animou os empreendedores, que voltam a pensar em abrir o capital para ofertar ações em bolsa. As incertezas, entretanto, ainda são muitas. A Alliar é uma companhia de grande porte e que tem fundos de private equity como sócios. Para empresa menores e sem esse respaldo, também há espaço para um IPO bem-sucedido? Se sim, o que faz mais sentido: listar-se no Bovespa Mais ou no Novo Mercado? Quais setores tem mais chances de atrair o interesse do investidor? Apenas listar-se, sem fazer uma oferta, é uma boa alternativa? Essas e outras questões foram discutidas nesse Grupo de Discussão de Governança em Empresas Fechadas.

Participantes:

- Jean Arakawa, sócio do Mattos Filho Advogados
- Marco Gregori, CEO da Eduinvest
- Paulo Funchal, sócio da Grant Thornton
- Rafael Patury, diretor da Advent do Brasil
- Adolpho Souza Neto, CFO e RI do Grupo Fleury
- Cristiana Pereira, diretora comercial e de desenvolvimento de empresas da BM&FBovespa

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