Além dos códigos

Maior investigação de corrupção e lavagem de dinheiro do País, a Operação Lava Jato escancarou para o mundo as escusas relações entre o setor público e importantes companhias nacionais. A falta de ética na atuação dessas empresas — muitas delas companhias abertas e com códigos de compliance e conduta em vigor — deixou uma mensagem clara: leis, normas e regimentos não são suficientes para assegurar que uma organização ande na linha. Mas se regras não bastam, o que pode ser feito pelas empresas para garantir a idoneidade de seus negócios? Como elas podem construir uma cultura ética que funcione na prática? Qual o papel das lideranças nesse processo? É possível uma empresa ser ética quando seus principais parceiros de negócios não compartilham desse princípio? Essas e outras questões serão debatidas nesse Grupo de Discussão, que reunirá especialistas e profissionais envolvidos com a defesa da ética e do compliance. Patrocinado pela Construtora Queiroz Galvão, o encontro contou com a presença de representantes da companhia, que falaram sobre os esforços empreendidos para transformar a cultura interna da organização e disseminar a ética entre seus interlocutores de negócios.

Participantes:

- Alexandre Fialho, Sócio Fundador da Filosofia Organizacional
- Ana Cristina Freire, Diretora de compliance da Queiroz Galvão
- Eduardo Alonso Olmos, advogado na Advocacia Geral da União
- Giovanni Falcetta, advogado do TozziniFreire Advogados
- Wagner Gianini, sócio do Compliance Total

Conteúdo exclusivo para associados

Ingresse para o Clube de Conhecimento e tenha acesso a esse áudio e outras vantagens.