Capital ou dívida?

Ações com características de dívida, bonds que dão direitos de acionista. Há alguns anos, as emissões de instrumentos híbridos pelas companhias têm figurado como uma alternativa às operações tradicionais de captação. Esses ativos, no entanto, ainda suscitam uma série de dúvidas. Uma delas é a forma como devem ser registrados na contabilidade do emissor. Não raro contadores, auditores e órgão regulador divergem sobre essa questão. Além disso, os instrumentos híbridos afinam a linha entre acionistas e credores no que diz respeito às decisões das companhias.

Mas como o mercado tem acompanhado a evolução desses instrumentos no Brasil? De que maneira as dúvidas relativas a esse tipo de ativo impactam a decisão de emissor e investidor? As mesmas regras contábeis que permitiram o surgimento desses instrumentos podem inibir o seu desenvolvimento? Essas e outras questões foram debatidas no Grupo de Discussão Captação de Recursos.

Participantes:

• Renato Coelho, sócio do Stocche Forbes
• Maurício Botelho, diretor financeiro da Energisa
• Ramon Jubels, sócio da KPMG
• Ricardo Assaf, diretor jurídico da Renova Energia
• Edison Arisa, coordenador técnico do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis)
• Eduardo Fahrat, diretor-executivo do Darby Overseas Investments
• Eduardo Flores, membro do laboratório de contabilidade internacional da USP
• Pedro Bianchi, CFA
• Mitchel Diniz, jornalista

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