Crowdfunding para decolar

A crise econômica minou a confiança dos investidores, tornando a missão de captar recursos no mercado de capitais uma tarefa hercúlea para muitas empresas, principalmente para aquelas que estão começando seus negócios. Nesse contexto, uma modalidade de financiamento ganha destaque como alternativa viável para startups e pequenas empresas: o equity crowdfunding. No ano, até 22 de novembro, a Broota, primeira plataforma de financiamento coletivo por meio de ações no Brasil, ajudou 17 empresas a captar recursos. Ao todo, elas arrecadaram R$ 5 milhões. Outra modalidade de crowdfunding que vem se popularizando é o financiamento coletivo para a realização de projetos no setor imobiliário. Até o fim de novembro, duas incorporadoras (Rotaelly e Vitacon) haviam captado por meio da plataforma gaúcha Urbe.me. Do ponto de vista regulatório, o segmento também avança. Está previsto para 2017 o lançamento pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de um arcabouço regulatório específico para as plataformas de investment-based crowdfunding. Neste workshop,abordamos as oportunidades abertas por esses dois tipos de financiamento coletivo, conhecemos a evolução das plataformas que atuam no setor e discutimos as perspectivas de captação para 2017.

Participantes:

- Marco Gorini, sócio fundador da Din4mo
- Marcos Ramos, CEO e fundador da EasyCrédito
- Paulo Deitos, sócio fundador da Urbe.me (apresentação 2)
- Alexandre Lafer, CEO da Vitacon (apresentação 3)
- Daniel Sousa, sócio da Broota (apresentação 1)
- Diego Perez, fundador da StartMeUp e vice-presidente da EQUITY
- Eduardo Kupper, diretor da Vidalink

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