FIDCs pós-Instrução 531

Alternativa ao crédito bancário, os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) ganharam um novo arcabouço regulatório em fevereiro de 2013, com a edição da Instrução 531 da CVM. Coincidentemente ou não, de lá para cá, as ofertas públicas registradas do produto vêm caindo. Estatísticas disponíveis no site da autarquia mostram que, em 2013, 11 emissões de FIDCs movimentaram R$ 3,5 bilhões. Em agosto deste ano, 7 ofertas públicas foram responsáveis por um volume de R$ 901,12 milhões. O que explica essa queda? Até que ponto essa diminuição pode ser decorrente das mudanças introduzidas pelas Instrução 531? Como os participantes do mercado se adaptaram às regras? Elas foram eficazes em aumentar a governança desses fundos, como pretendia a CVM? Essas e outras questões foram debatidas nesse workshop.

Participantes:

- Ricardo Brito, head de asset based finance do Rabobank
- Aquiles Feldman, sócio diretor da Empírica Investimentos
- Daniel Doll Lemos, diretor de recursos de terceiros da Socopa
- Daniel Walter Maeda Bernardo, superintendente de relação com investidores institucionais da CVM
- Daniel Zacchello, superintendente geral do Banco Safra
- José Alves Ribeiro Junior, advogado do VBSO Advogados

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