O avanço das smart cities

As discussões sobre como viabilizar as cidades inteligentes — nome dado aos grandes centros urbanos que usam a tecnologia para aprimorar sua infraestrutura de serviços — começam a ganhar vulto nos quatro cantos do mundo. No exterior, algumas cidades já caminham nessa direção. É o caso, por exemplo, da Califórnia. Por lá, 40% dos medidores de energia já são inteligentes, ou seja, leem o consumo e ainda informam se o cliente está gerando sua energia por meio de placas fotovoltaicas (que transformam a radiação solar em energia elétrica). Já em Cingapura, sensores instalados nas ruas e nos carros asseguram que os semáforos funcionem de acordo com o tráfego. Esses exemplos evidenciam como a internet das coisas (IoT) pode trabalhar a favor das cidades — e o Brasil está atento a essa tendência. Por aqui, prefeituras como a de São Paulo e Belo Horizonte já buscam soluções tecnológicas para modernizar suas cidades e solucionar problemas urbanos. Mas num cenário de aperto fiscal quais os caminhos para os gestores públicos viabilizarem investimentos nessa área? Como o mercado de capitais pode ajudar no financiamento desses projetos? Quais desafios impedem um avanço mais rápido do conceito de cidade inteligente? Essas e outras questões foram tratadas no Grupo de Discussão Infraestrutura.

Participantes:

- Daniel Annenberg, secretário da Secretaria de Inovação e Tecnologia da Cidade de SP
- Eduardo Kaplan Barbosa, coordenador da Frente de Cidades do Estudo de IoT do BNDES
- João Thiago Poço, gerente de desenvolvimento de negócios da MIcrosoft no Brasil
- Leonardo Luchiari, sócio da área de infraestrutura e direitopúblico do BSH Law

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