Sucessão na geração millennial

Concebida entre 1980 e 1990, a geração millennial tem um modelo mental bem diferente das gerações anteriores (X e baby boomers). Inquietos, hedonistas, aficionados por tecnologia e movidos por causas, esses jovens já ocupam posições de liderança em diversas companhias familiares. O processo de sucessão envolvendo os millennials, entretanto, não é trivial. Por terem características tão marcantes, a chegada dessa geração na companhia pode provocar conflitos e um choque de cultura. Numa situação como essa, como proceder? Como manter os valores da empresa e, ao mesmo tempo, engajar os jovens herdeiros? O que os millennials podem ensinar às gerações mais antigas? Quais transformações eles estão promovendo na governança e nos modelos de negócios das empresas fundadas por seus pais e avós? Essas e outras questões foram debatidas neste Grupo de Discussão.

Participantes:

- Hugo Nisembaum, líder de talent & performance da Grant Thornton
- Otto Baumgart Neto, diretor do Grupo Otto Baumgart
- Marianna Garcia, conselheira do Grupo Algar
- Roberta Nioac Prado, coordenadora do GEEF (grupo de estudos de empresas familiares da Direito GV)
- Arthur Vasconcellos, sócio da The Caldwell Partners
- Celia Picon, vice-coordenadora da comissão de empresas de controle familiar do IBGC

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