O valor da economia florestal

O combate ao desmatamento é crucial para o atendimento das ambições internacionais de prevenção a mudanças climáticas perigosas. Estima-se que a degradação das florestas responda por 15% das emissões mundiais de gases de efeito estufa — percentual equivalente ao produzido por todos os carros e caminhões globalmente. Não à toa, governos, terceiro setor, companhias e investidores têm acompanhando de perto o assunto e buscado formas de contribuir para a preservação das florestas — ação fundamental para que a temperatura média global não suba para além de 2ºC, o que, segundo especialistas, poderia gerar um colapso socioeconômico sem precedentes. Como esses públicos podem dialogar e trabalhar juntos para mitigar impactos ligados ao desmatamento? O que as companhias têm feito para gerir e mensurar o risco de degradação florestal nas suas operações e cadeia de valor? Quais oportunidades elas enxergam na proteção das florestas? Na visão dos investidores, as empresas têm dado atenção suficiente aos riscos de desmatamento? Como eles têm se engajado no tema e contribuído para uma economia de baixo carbono? Essas e outras questões foram debatidas nesse Grupo de Discussão.

Participantes:

Christopher Stephan Wells, membro do GT Florestal da Febraban;
Danielle Carrera, gerente do PRI;
David Canassa, diretor reservas Votorantim;
Fabíola Zerbini, diretora TFA 2020 – Tropical Forest Alliance;
Rebeca Lima, gerente do CDP;
André Guimarães, diretor do IPAM;
Carlos Ritti, diretor do Observatório do Clima;
Lorraine Smith, diretora da Volans.

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