Acionistas vão às compras

O valor de mercado das companhias brasileiras chegou a R$ 2,5 trilhões em 2010, mas despencou 25% de lá para cá. Em dólares, a queda foi vertiginosa: 68%. Hoje, a capitalização da BM&FBovespa navega em torno de R$ 2 trilhões, ao sabor do noticiário político-econômico. Desvalorização e volatilidade abrem portas para as aquisições de grandes fatias do capital. Diante das oportunidades, companhias e gestores de fundos de investimentos fazem contas e montam estratégias para reduzir os gastos. Qual é o limite dessas aquisições quando considerados obstáculos como as poison pills, a Instrução 361, que dita as regras das OPAs, e a nova Instrução 10, sobre aquisição de ações de própria emissão? O arcabouço regulatório existente ainda propicia fechamentos branco de capital? Como conciliar os interesses de acionistas compradores e comprados e ainda manter um nível de liquidez satisfatório? Traga suas contribuições. Participe do próximo encontro do Grupo de Discussão de M&A e private equity!

Participantes:

• Adriana Pallis, sócia do Machado Meyer Advogados
• James Sinclair, CEO do Lincoln International
• Walter Mendes, diretor-executivo do Caf Brasil
• Mauro Cunha, presidente da Amec
• Mônica Molina, sócia da Condere
• Reinaldo Grasson, CFA da Deloitte Brasil

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