Negócios da China

Maiores parceiros comerciais do Brasil desde 2009, os chineses vêm movimentando as negociações de M&A. De acordo com dados da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, esses investidores planejam alocar cerca de 20 bilhões de dólares na aquisição de ativos brasileiros neste ano, montante 87% maior ao de 2016. Para que esse dinheiro seja de fato desembolsado, porém, é preciso que, além de oportunidades de compra, haja um ambiente regulatório e legal favorável ao êxito das operações. Na visão dos chineses, a complexidade do sistema jurídico brasileiro é um desafio para a concretização de negócios. Diante disso, podemos esperar um crescimento no montante de investimentos chineses em 2018? Quais obstáculos precisam ser superados para que um número maior de negócios aconteça? Que tipos de ativos eles procuram e qual o nível de apetite para risco? Empresas endividadas, envolvidas em escândalos de corrupção ou com grande exposição ao governo estão no seu radar? Essas e outras questões foram propostas e debatidas no Grupo de Discussão M&A e Private Equity.

Participantes:

- Alan Fernandes, presidente do Haitong Banco de Investimento do Brasil
- Diogo Castro e Silva, diretor e líder da operação latino-americana do Fosun Group
- Fernanda Barroso, diretora geral da operação nacional da Kroll
- Guilherme Malouf, sócio do Machado Meyer Advogados
- In Hsieh, CEO da China – Brazil Internet Promotion Agency
- Paulo De Tarso, líder no Brasil do Chinese Services Group da Deloitte

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