Reputação abalada

Em sua 45o fase, a Operação Lava Jato colocou em descrédito importantes companhias brasileiras. Investigadas por corrupção, elas já não são mais lembradas por seus projetos grandiosos e resultados exuberantes. As irregularidades cometidas são hoje o principal motivo de estamparem as manchetes dos jornais. Essa situação evidencia os danos que escândalos de corrupção podem causar na reputação das organizações. Além disso, instiga a discussão: é possível uma companhia nessa situação recuperar a confiança de investidores, clientes e parceiros de negócios? Qual a melhor estratégia de comunicação para responder a esse tipo de crise e conter os estragos? Qual o papel da governança corporativa na reconstrução da reputação dessas companhias? O que organizações brasileiras, como Camargo Corrêa e Odebrecht, estão fazendo para evitar novos atos de corrupção? Quais desafios elas têm enfrentado na reconstrução de sua imagem e como isso tem impactado seus negócios? Essas e outras questões foram discutidas no Grupo de Discussão Comunicação Corporativa.

Participantes:

- Ana Luisa de Castro Almeida, presidente do conselho de administração do Reputation Institute
- Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos
- Emilio Carazzai, presidente do conselho de administração do IBGC
- Marcello D'Angelo, consultor da Construtora Camargo Corrêa
- Marcelo Lyravice, presidente de comunicação e sustentabilidade da Odebrecht
- Mitsuru Yanaze, coordenador geral do Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação e Marketing CEACOM-ECA-USP
- Tereza Kaneta, sócia da Brunswick

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