O tom vem do topo

Responsáveis por garantir a sustentabilidade das companhias em que atuam no longo prazo, os conselheiros de administração têm o importante papel de verificar se as decisões dos diretores estão alinhadas aos princípios e valores da organização. Hoje, mais do que nunca, essas atribuições são valorizadas. Com a entrada em vigor da Lei Anticorrupção e o avanço da Operação Lava Jato, os conselheiros se deparam com a necessidade de prevenirem desvios éticos não só para proteger a reputação da organização onde trabalham, mas também a si mesmos. Como promover e disseminar uma cultura ética que vá além do discurso? De que forma os conselheiros podem intensificar o controle sobre os executivos? É válido criar incentivos que estimulem os diretores a andar na linha? Qual o limite da responsabilidade do conselheiro no caso de desvio ético por parte dos executivos? Essas e outras questões foram debatidas neste Grupo de Discussão.

Participantes:

- Alexandre Di Miceli, sócio fundador da Direzione Consultoria e Educação Executiva
- Lélio Lauretti, sócio da Lélio Lauretti Consultoria
- Sérgio Martins, diretor de auditoria interna e compliance da EDP
- Tatiana Iwai, professora adjunta do Insper
- Hamilton Frediani de Faria Corrêa, sócio da Clínica Corporativa
- Jorge Manoel, sócio da PwC

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