Fundos de corporate venture como veículos para inovação aberta

Cada vez mais, as empresas reconhecem que, para sobreviver, precisarão investir em modelos novos e disruptivos de negócio. Nesse cenário, a aproximação com as startups se torna crucial — apoiá-las é uma forma de trazer inovação de fora para dentro de casa e fugir das restrições e burocracia que muitas vezes limitam as áreas de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Esse apoio pode se dar de várias formas — e nem sempre ele envolve aporte de recursos. Parte das empresas fomenta o ecossistema de startups por meio de hackathons (maratonas de programação) ou da criação de hubs de inovação. Quando vale a pena uma companhia montar um fundo de investimento voltado ao corporate venture? Quais as vantagens e os riscos desse modelo? Companhias que trilharam esse caminho estão satisfeitas com os retornos obtidos? Quais desafios os gestores de recursos encontram na seleção de ativos para esses fundos? Essas e outras questões foram debatidas no Grupo de Discussão do dia 11 de junho de 2019.

Participantes:

Felipe Hanszmann, Sócio no Vieira Rezende Advogados
Arthur Garutti, Sócio-diretor da ACE Startups
Franklin Luzes, COO da Microsoft Participações
Livia Brando, Head de Estratégia, Inovação & Ventures da EDP Brasil
Cassio Spina, Sócio da Altivia Ventures
Luis Felipe Franco, Responsável pelos programas de aceleração Scale-up Endeavor

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